Psicografia de Novembro

A dor da perda é humana. Nos dois lados sofre-se a saudade. O Espírito liberto tem compreensão maior de sua grandeza infinita, razão pela qual pode se sobrepor à dor; em outra mão, com esta partida, seus familiares têm, através da dor da perda, a chance de crescimento, de aproximação de Deus, em seu lado íntimo e espiritual, reformando-se através da aceitação de sua própria condição.

Por esta razão, a todos aqueles que de certa forma sofrem a dor da perda de entes amados deve ser dada a orientação da imortalidade do Espírito, trazendo àqueles que ainda não conhecem o Espiritismo a luz dessa compreensão que conforta.

Sejamos consolo dos que sofrem a perda, indicando o caminho que, quiçá, alguns de nós já percorremos, e conscientes de que a dor é um instrumento útil de que se vale a espiritualidade para nos convidar a patamares elevados.

Saibam quantos esta nota lerem, que a dor é uma pedra que pesa no coração de quem perde um ente amado, portanto, paciência, que a resignação chega a cada um. Aconselhar é diferente de obrigar a aceitação.

Orientemos com todo amor aqueles que à nossa casa chegarem em busca de conforto e conhecimento, indicando livros que falam do assunto e inscrevendo-os no Evangelho no Lar.

Que participemos da etapa de suas dores, e de suas melhoras, e ganharemos a experiência e força para nós mesmos, quando tivermos de passar por esta experiência, que todos passarão.

Com coragem, paciência e amor, cumprindo com a máxima: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.

Com amor.

Mensagem recebida em reunião mediúnica do dia 07.10.2017.