Psicografias abril 2018

TRÊS CARTAS INACREDITÁVEIS QUE CHICO XAVIER PSICOGRAFOU

A Revista Super Interessante publicou uma matéria, escrita por Silvia Lisboa, sobre cartas psicografadas por Chico Xavier, em 25 de setembro de 2015. Nela são analisadas três cartas em busca de elementos que o médium não poderia saber sobre os mortos.

Na primeira carta analisada, um menino que desencarnou aos três anos de idade, Rangel, escreveu a seus pais, Célia e Aguinaldo, um ano após a sua morte.  Na carta, escrita com letras de traços infantis, Rangel se identifica como Tetéo (seu apelido familiar), conta que está com o avô Lico e com a tia Gilda (ambos desencarnados , ele em 1979, ela em 1954), afirma para a sua mãe que não morreu (responde a dúvidas íntimas de sua mãe) e relata que está aprendendo a escrever, se encontrando mais adiantado nos estudos do que a Mariana (sua irmã, que não era aplicada nos livros) e crendo que o Aguinaldinho (irmão mais velho e estudioso) ficará satisfeito com seu progresso.

Na segunda carta analisada, um professor influente, conhecido no século 19 por liderar a primeira reforma no ensino primário de Minas Gerais, Arthur Joviano, inicia cumprimentando os familiares e se reportando ao aniversário da nora Maria (encarnada), a quem dedicava votos de saúde e tranquilidade. Relata ainda que, Helena (amiga jovem desencarnada de Maria) lhe trouxera flores. Afirma sobre a disposição do filho e da nora viajarem para rever familiares, com companhia de Roberto (neto, filho do casal), se comprometendo a visitar a todos os familiares. Ainda registra que Wanda (neta, irmã de Roberto) não se preocupe com seu rosto (estava com problema de pele), que se trate direito e que ajudará a se refazer dessas dificuldades naturais. Termina a carta com sua assinatura. A assinatura feita por Chico bate com a assinatura de Arthur em documentos oficiais.

A terceira carta é de William, jovem que desencarnou com 17 anos, em 1941, e após um mês de seu desencarne, trouxe a primeira missiva para sua mãe através da psicografia de Chico Xavier e não parou mais até a morte da matriarca, na década de 1980. Nesta, que foi analisada, William conforta o coração de sua mãe, Adélia, que além de sofrer com a morte do filho mais novo, se preocupa pelas atitudes equivocadas do filho primogênito, Wilson. William dá orientações para o irmão mais velho, relata que Lourdes (sua esposa) e o filhinho constituem-lhe um sublime propósito ao qual está preso por laços sacrossantos, reiterando que não se perdesse em aventuras (dado à boemia e gostava de jogos), complicando seu futuro. Diz à mãe que também está à procura do caderno perdido (foi nele que William teria escrito sua primeira carta à mãe, psicografada pelo médium), mas que não se preocupasse, pois a maior mensagem é a do seu coração, que está constantemente a seu lado.

Pela análise dessas três cartas, com as informações íntimas, com os nomes dos parentes e condições da morte que só a família conhecia, deve-se o reconhecimento e muito respeito aos mais de 60 aos de trabalho de Chico Xavier, confortando pessoas desconsoladas de todo o Brasil.

Texto adaptado: https://super.abril.com.br/historia/3-cartas-inacreditaveis-que-chico-xavier-psicografou/