Psicografias fevereiro 2017

O mundo que encontrei é bem diferente do mundo que imaginei. Existe vida após a vida, e que vida!

Agora entendo, embora de forma pequena, porque Jesus dizia que a felicidade não era desse mundo, não era na Terra.

Nunca havia visto na Terra jardins tão floridos, lagos tão azuis e cristalinos. Nunca tinha visto tantas pessoas dispostas a fazerem o bem ao próximo.

Queria, pelo menos por um minuto, traduzir quão belo é o mundo espiritual que muitos encontrarão se seguirem as leis de Deus. Mas para isso, irmãos, é preciso não apenas ler ou ouvir,mas vivenciar as leis do Cristo, pois a felicidade ainda está longe da Terra e de seus bens materiais.

Ah! Se eu soubesse o que encontraria, não teria tanto temor da morte, pois a morte é apenas uma passagem e se durante nossa passagem na Terra dedicarmos nosso tempo e nosso amor ao próximo, sem egoísmo, o mundo que nos aguarda é mais belo do que este em que vivemos.

É uma pena que a maioria dos homens na Terra só percebem a necessidade do empenho e da doação de seu tempo ao próximo quando já é tarde demais.

Vivam com Cristo, sigam o Cristo e serão felizes.

João Luís.

Psicografia realizada na reunião mediúnica de 22/09/2014

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Priscila,

Por que continua a se julgar desamparada e esquecida? Onde guardou a sua fé?

Não há sofrimento sem causa anterior, a vida e o tempo são severos cobradores.

Tudo que fizermos a nós e aos outros receberemos de volta, nesta ou em outra vida.

Se você se tornou tão descrente a ponto de não acreditar em vida após a “morte”, por que esperava uma resposta minha se bem sabe que não estou no plano terrestre?

Quero muito ajudar-te, mas para isso preciso que me estenda a mão. Já te disse anteriormente que não está desamparada, o que te falta é fé! Mulher de pouca fé, o que fez com os ensinamentos do Cristo que você estudou?

Não existe sofrimento eterno, nem desproporcional. Tudo passa, os momentos bons e os ruins, pois a vida para seres imperfeitos como nós é um ciclo que se repete até que aprendamos com nossos vícios e aprimoremos nossas virtudes.

Procure fazer um trabalho de ajuda ao próximo, fará bem a você e verá que seus problemas são mínimos perto de muitos outros. Não é dentro de casa sofrendo e chorando que será curada.

Procure tratamento e ajuda espiritual. Mas, acima de tudo, renove-se, reforme a si mesma intimamente, pois só as virtudes aprimoram o espírito.

Um abraço,

Paulo.

Psicografia recebida no C. E. Yvonne A. Pereira, no dia 12 de janeiro de 2015

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Era manhã de 9 de agosto de 1818 quando senti minha visão turvar. Apaguei a visão, mas meu inconsciente ouvia a todos dizerem que morri.

Pensei em gritar “não morri, estou vivo, me ajudem”, mas não conseguia ecoar uma única letra em minha voz.

Apaguei novamente e acordei em um lugar totalmente desconhecido a mim.

Parecia um hospital, mas era diferente. Os pacientes ficavam em uma única ala, sem soro ligados as veias e olhando pelas janelas via-se um imenso jardim a rodear o prédio.

Perguntei-me que lugar era aquele, que pessoas eram aquelas e porque minha família não vinha me visitar. Não me deram respostas imediatas, era tudo vago e confuso.

Até que um dia pediram que eu lembrasse do que aconteceu para ir parar ali.

Lembrei da visão turva e da minha “invisibilidade” e então deduzi que havia morrido.

Mas como morri, se estava ali vivo? É difícil entender quando somos presos a um dogma religioso de uma única vida e de sofrimentos ou alegrias eternas.

Aos poucos entendi que a morte ocorre apenas no físico, que temos muitas existências terrenas, que eu ainda voltaria muitas vezes a Terra e principalmente, que eu poderia ajudar os que na Terra ficaram e ter contato com os meus entes amados que partiram antes de mim.

E foram essas consolações que me fizeram vir aqui. Pedi aos emissários da colônia que eu pudesse mandar essa mensagem para dizer a vocês que a morte é apenas uma separação temporária e o que são alguns anos diante da eternidade?

Todos nós que habitamos a Terra temos muito a aprender e a evoluir, então não percamos tempo e comecemos a praticar o bem hoje mesmo.

Obrigado pela oportunidade de vos falar.

Joseph K. Collins

Psicografia recebida no C. E. Yvonne A. Pereira, no dia 12 de janeiro de 2015